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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Correio da Bahia - Mais de 300 já foram multados por fotossensores em apenas 3 dias em Salvador




Com a volta dos fotossensores, 342 multas já foram contabilizadas pela Transalvador entre sábado e a última segunda-feira (21), quando oito faixas de rolagem já contavam com equipamentos em operação.

“Depois de 18 meses de inatividade, os fotossensores estão voltando a funcionar e, em breve, teremos 80 equipamentos em operação para coibir o desrespeito às normas de trânsito”, disse o superintendente da Transalvador, Fabrizzio Muller.

No primeiro balanço, feito pela Transalvador, o desrespeito ao sinal vermelho se destaca como a principal infração. Das 342 multas, 68,7% são de avanço de sinal vermelho, 25,5% de desrespeito ao limite de velocidade e 5,8% de paradas sobre a faixa de pedestre.

Segundo Muller, o processo de licitação dos radares e lombadas eletrônicas já teve início. “Esperamos concluir o certame em 60 dias e contar logo com esses equipamentos para garantir mais segurança”.

Assim como os 50 radares de velocidade localizados fora dos semáforos e as 50 lombadas eletrônicas (sensores com sinalização eletrônica de velocidade), os fotossensores estavam sem funcionar pelo menos desde outubro de 2011, devido ao fim de contrato da prefeitura com a empresa prestadora de serviço, a Eliseu Kopp & Cia.

Cerca de 20 novos fotossensores começaram a ser instalados na cidade. Confira os locais de alguns deles abaixo.

Novos pontos de controle

Subúrbio: Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Santa Terezinha
Imbuí: Escola Rômulo Almeida
Comércio: Polícia Rodoviária / Ministério da Fazenda
Boca do Rio: Clube do Bahia
Itapuã: Avenida Dorival Caymmi
Rio Vermelho: Bompreço da Avenida Oswaldo Cruz
Dique do Tororó: Arena Fonte Nova
Cabula: Universidade Estadual da Bahia (Uneb)
Outros locais: Vale dos Barris e Avenida Barros Reis, no sentido Rótula do Abacaxi

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Homem Morre Ao Fazer Sexo Com Uma Jumenta, Depois De Um Coice Nos Testículos

Homem Morre Ao Fazer Sexo Com Uma Jumenta, Depois De Um Coice Nos Testículos

Homem Morre Ao Fazer Sexo Com Uma Jumenta, Depois De Um Coice Nos Testículos.
O desempregado Cícero Balbino da Nóbrega, 20, conhecido por ´Deca Batalhão´, que residia na cidade de Patos, no sertão da Paraíba,  morreu ao receber um coice ao tentar fazer sexo com uma jumenta. O coice do animal atingiu Cícero nos testículos e ele teve morte quase que imediata. Conforme a polícia, o fato aconteceu por trás da Igreja Santo Expedito, no bairro Dona Melindra.

O corpo do desempregado foi encontrado por populares.  Ele estava sem camisa e com as calças abaixadas até o joelho, enquanto a jumenta estava amarrada ao seu lado. A polícia foi acionada e ouviu algumas testemunhas. Elas disseram que Cícero era acostumado a fazer sexo com o animal, cujo nome é ´mimosa´. A polícia acredita que o animal foi amarrado durante a madrugada, mas no momento do sexo desferiu o coice fatal no desempregado.

Fonte: Alto Santo Notícias
Foto Internnet

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Decisão do STF sobre ‘desaposentadoria’ pode afetar regime da Previdência

 
RIO - No Brasil, cerca de 500 mil aposentados trabalham e ainda contribuem para a Previdência Social. Parte deste grupo, nos últimos anos, procurou a Justiça para revisar o benefício e, depois, a partir de um novo cálculo, ganhar mais com uma nova aposentadoria. A chamada "desaposentadoria" deve ter em 2013 sua validade julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e preocupa o governo, caso a Corte decida a favor dos contribuintes que entraram com o pedido, criando em sua decisão jurisprudência em todo o país. Segundo a Procuradoria Federal do INSS, que atua como consultora no caso analisado pelo Supremo, há cerca de 24 mil processos distribuídos em todas as instâncias sobre o assunto.
Órgão da Advocacia-Geral da União (AGU), a procuradoria defende o cumprimento da Lei 8.213 de 1991, que não contempla a possibilidade da anulação da aposentadoria e recálculo do benefício. O INSS alega, ainda, a possibilidade de haver um impacto considerável nas contas da Previdência caso seja permitida a “desaposentadoria”.
- A estimativa é de um custo de R$ 50 bilhões em 20 anos. Não é uma conta fácil, exata, pois há outras variáveis. Mas a decisão pode mudar todo o regime previdenciário - diz Gustavo Augusto de Lima, procurador federal e diretor substituto do departamento de contencioso da Procuradoria-Geral Federal.
Já a advogada Silmara Londucci, especialista em Direito Previdenciário, afirma que não há uma legislação que trata o assunto de forma justa. Ela argumenta que todo aposentado que continua a trabalhar é obrigado a contribuir para a Previdência, mas não pode ser recompensado pelo que pagou com o trabalho após a aposentadoria.
- Se o aposentado quiser trabalhar após a aposentadoria, ele será obrigado a contribuir para a Previdência, assim como a sua empresa. Ele, no entanto, não poderá receber nada. Em alguns países, como Portugal, a “desaposentação” acontece de forma automática, na forma de um complemento - diz ela, que é autora do livro "Nova Aposentaria - Desaposentação: a chave para uma aposentadoria melhor".
Silmara ajudou a redigir um projeto de lei que está na Câmara para disciplinar e legalizar a “desaposentadoria”, o PL 1168/2011. Ela concorda com a tese do ministro Marco Aurélio Mello, que já disse aceitar um novo cálculo do benefício.
- É triste, mas é isso mesmo: o trabalhador alcança a aposentadoria, mas não pode usufruir o ócio com dignidade, sem decesso no padrão de vida. Ele retorna à atividade e, o fazendo, torna-se segurado obrigatório. Ele está compelido por lei a contribuir, mas contribui para nada, ou, melhor dizendo, para muito pouco: para fazer jus ao salário-família e à reabilitação - disse o ministro em julgamento sobre o assunto, durante a apreciação do Recurso Extraordinário (RE) 381367, que teve pedido de vista feito pelo ministro José Antonio Dias Toffoli.
Caso será analisado após sucessão de Britto
No dia 26 de novembro do ano passado, outro Recurso Extraordinário, o 661256, foi retirado da pauta do Supremo, pois o ministro Carlos Ayres Britto, relator do processo, se aposentou. Britto já tinha voto pronto, mas agora o caso terá que esperar. Só deve ser apreciado em plenário quando seu sucessor, ainda não indicado pela presidente Dilma Rousseff, tomar posse. Segundo o STF, ele vai herdar a relatoria do processo, que também terá influência sobre o RE 381367.
Em dezembro de 2011, o processo foi reconhecido como de "repercussão geral" pela Corte. Ou seja: a decisão de mérito valerá para todos e, como consequência, os processos que tratam sobre assunto, no país, teriam que ser suspensos.
De acordo com o STF, apenas três tribunais no país inteiro informaram o número de processos sobrestados, totalizando 1.750 casos. É um número irrelevante, considerando a quantidade alegada pelo INSS e a quantidade de processos em tribunais que não prestaram informações.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ), mesmo informando um caso sobrestado, avisou em outubro do ano passado que não iria esperar a decisão do Supremo para julgar os casos. O tribunal já vem julgando reiteradamente a favor da “desaposentadoria” sem a necessidade de devolução de quantias já recebidas, como aconteceu em algumas decisões da Justiça.
Há pelo menos três possibilidades de decisão do STF: pela aceitação da “desaposentadoria”, pela não aceitação e pela aceitação em parte. No último caso, está justamente a decisão que determina a devolução da aposentadoria para um novo cálculo do benefício.
Como define a lei, um aposentado pode receber de um salário mínimo a R$ 3.918 (teto da Previdência).
Há duas formas de pedir o benefício: pelo critério de idade (para homens, a partir de 65 anos, e para mulheres, a partir de 60 anos, ambos com no mínimo 15 anos de contribuição) ou pelo tempo em que a pessoa trabalhou e pagou à Previdência. Neste segundo caso, são precisos no mínimo 30 anos de contribuição para as mulheres e 35 para os homens. Quanto mais velho for o requerente da aposentadoria, mais ele ganhará. Cada caso exige que seja usada uma fórmula que leva em conta o tempo de contribuição, a idade e a expectativa de vida.
Diferença pode superar R$ 1 mil, diz especialista
O advogado Eurivaldo Neves Bezerra, especialista no assunto, explica que quem solicita a revisão não tem o benefício suspenso.
- O pedido é feito nos sentido de complementar a aposentadoria e esse complemento, muitas vezes, pode ser superior a R$ 1 mil. Não há uma suspensão do benefício. É uma transformação em ato contínuo. A decisão do juiz cancela o benefício anterior trocando por outro mais favorável. Eu, particularmente, acho mais adequado o termo “reaposentação”. No início dessa tese advogados não muito especializados na matéria foram surpreendidos com determinações do juiz de devolução das importâncias que receberam, o que é um absurdo - diz.
Na opinião de Bezerra, a desaposentadoria nada mais é do que você requerer de volta o valor pago à Previdência
- Você não está pedindo nada mais do que está pagando. E ouvir do INSS que você está pagando para custear o sistema, não tem sentido. Afinal, estou pagando para quê?
Para o especialista, um dos motivos pelos quais as pessoas têm solicitado o pedido está relacionado com a queda do poder aquisitivo ao longo dos anos.
- Aposentado não tem aumento, e sim correções. A queda do poder de compra, portanto, explica sim muitas vezes o pedido - argumenta Bezerra, ao criticar a preocupação do governo.
- Você trabalha durante 35 anos da sua vida, se aposenta ou com 50 anos por conta do fator previdenciário , ou de forma proporcional, mas continua trabalhando na empresa, e dando lucro. E continua pagando, e sendo descontando. Você não causa prejuízo às contas do governo. Na verdade, ele está usando o seu próprio dinheiro para ele pagar o custeio do que ele é incompetente de fazer, que é a fiscalização das empresas e a parte da própria contribuição governamental, uma vez que o governo é o um dos maiores inadimplentes da Previdência.
Todos os aposentados podem entrar com pedido do novo benefício, na Justiça, desde que continuem a contribuir com a Previdência. No entanto, nem sempre pode valer a pena, alerta Bezerra.
- A pessoa tem que analisar se vale a pena ou não. Por que tem aqueles que se aposentaram e foram desligados da empresa, e depois voltaram recebendo um salário mínimo ou menor do que ganhavam. Quanto maior o salário, melhor para pedir a complementação do benefício

Fonte: O Globo - 16.01.2013

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O GOLPE DA TV LCD, LED COMO ESCOLHER A TV CORRETA



Vou resumir para não tomar o tempo do pessoal , CUIDADO! as atuais promoções que estão rolando na TV nas lojas, as queimas de estoque são gato por lebre as TVs em promoções são as que tão saindo de linha “NÃO PELA APARÊNCIA  mais sim pelos problemas as LCD.S gastão em media o mesmo que 3 a 4 televisões de 20” polegadas ligadas ao mesmo tempo possuem contraste ruim para quem não sabe contraste é a força e definição da cor uma TV LCD fica bem atrás da led, plasma também é fria se não for full HD pior ainda, uma TV com mais de 32” polegadas que não é full HD é lixo você vai comprar mais não ira aproveitar o bom da nova tecnologia simplesmente cairá em uma fria BOMMM.. mais se for para assistir a novelinha de quinta categoria cai dentro que é uma boa !
 TV 42” LCD = 220 Wats
TV 42” LED = algumas chegam a gastar apenas 80 wats
TVs antigas de 20” 60 wats
 A led pode ser mais cara, porém a economia de energia vai pagar a diferencia em 6 meses de uso larga de ser amador povo brasileiro as TVs da nova geração são como computadores tem que ler as letrinhas miúdas e saber de que se trata! Ou chame quem entenda de verdade “não confie no vendedor !”
 Abaixo uma boa configuração em torno de R$1500 na internet R$2000 nas lojas
 É bem simples
LED 42”