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sábado, 5 de setembro de 2015

GREVE DOS SERVIDORES DO TJ-BA CHEGA AO FIM APÓS APROVAÇÃO DE REAJUSTE SALARIAL


Os servidores do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) filiados ao Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sinpojud) decidiram, em assembleia realizada nesta sexta-feira (4), pelo fim da greve que foi deflagrada no último dia 30 de julho. A categoria decidiu pelo fim da greve após a aprovação do projeto de lei que garante o reajuste linear dos servidores nos mesmos moldes do Executivo. O projeto de lei foi aprovado na última quarta-feira (2), com reajuste de 6,41%, sendo 3,5% retroativo a março e 2,91% em novembro.

O acordo com o TJ-BA ainda prevê reajuste do auxílio alimentação de 6,41%. O tribunal ainda deverá pagar a última parcela de 5% do Plano de Cargos e Salários (PCS) por força de uma decisão liminar. De acordo com a presidente do Sinpojud, Maria José, mais conhecida como Zezé, a proposta foi apresentada, na verdade, pelo sindicato, e não pelo tribunal, que se viu forçado a agir depois da deflagração da greve dos servidores. Os servidores do Judiciário retornam as atividades na terça-feira (8). Entretanto, Zezé salienta que a categoria ainda continuará em estado de greve para monitorar se o tribunal vai cumprir o acordo firmado. Caso haja descumprimento de algum item, a categoria pode voltar a parar as atividades novamente. O TJ se comprometeu a não cortar o ponto dos dias parados em decorrência da greve.

sábado, 1 de agosto de 2015

GOVERNO CORTA R$1 BI EM EDUCAÇÃO E QUASE R$1,2 BI EM SAÚDE


Dinheiro: também sofreram pesada restrição de gastos os ministérios das Cidades e dos Transportes
governo decidiu cortar 1 bilhão de reais no orçamento de Educação e outros quase 1,2 bilhão de reais em recursos da Saúde como parte do contingenciamento adicional de 8,6 bilhões de reais anunciado na semana passada, conforme decreto publicado nesta quinta-feira em edição extra do Diário Oficial da União. Também sofreram pesada restrição de gastos os ministérios das Cidades (1,3 bilhão de reais) e dos Transportes (875 milhões de reais), em medidas que irão afetar programas de educação, investimentos em infraestrutura e gastos de custeio. No decreto, o governo também apresentou uma meta indicativa de resultado primário para o governo Federal (Tesouro, Previdência e empresas estatais) de déficit de até 18 bilhões de reais para o período entre janeiro e agosto deste ano, mas encerrando o ano com saldo positivo de 5,831 bilhões. Mais cedo nesta quinta-feira, fontes do governo haviam informado que o bloqueio de verbas da Educação poderia chegar a 2 bilhões de reais. O governo, no entanto, conforme uma das fontes, alterou a programação inicial optando por não fazer um corte profundo em programas de caráter social.
Com o slogan "Brasil Pátria Educadora", o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) já havia feito um corte de quase 9,5 bilhões de reais na Educação neste ano, impondo à pasta a desaceleração em vários programas educacionais. Em entrevista a jornalistas mais cedo nesta quinta-feira, o secretário do Tesouro, Marcelo Saintive, havia dito que os ministérios com os maiores orçamentos seriam os mais afetados pelo corte adicional de gasto. As pastas com as maiores verbas orçamentária são Saúde, Educação, Cidades, Defesa e Transportes.
Com o corte adicional, sobe para o montante recorde de 78,6 bilhões de reais as verbas bloqueadas do orçamento federal deste ano, em novo aperto para o controle das contas públicas. Ainda assim, o governo não está obtendo bons resultados. No mês passado, o governo central (Tesouro Nacional, Previdência e Banco Central) registrou déficit primário de 8,206 bilhões de reais, no pior resultado para meses de junho das contas públicas desde 1997, início da série histórica.

Com esse resultado, o governo central encerrou o primeiro semestre do ano com déficit primário de 1,598 bilhão de reais, no pior desempenho para o período da série de dados iniciada em 1997. Devido às dificuldades, o governo reduziu a meta de superávit primário do setor público consolidado deste ano a 8,747 bilhões de reais, equivalente a 0,15 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) ante 66,3 bilhões de reais, ou 1,1 por cento do PIB. Nesta quinta-feira, Saintive disse que os resultados obtidos até o momento não são os que o governo gostaria, mas afirmou que a nova meta fiscal será cumprida ao fim do ano.

Há cinco anos, Congresso promulgava Emenda do Divórcio


Publicado em 28/07/2015

No dia 13 de julho de 2010, o Congresso Nacional promulgou a Emenda Constitucional 66, que acelerou e desburocratizou o processo de divórcio no Brasil. Desde então, o casal que queira desfazer o matrimônio não precisa mais requerer a separação judicial e ainda esperar um ano para obter o divórcio ou comprovar que já está separado de fato por pelo menos dois anos.
 
Com a abolição do tempo de espera, os divórcios puderam se antecipar, deixando os recém-separados desimpedidos para novos casamentos ou com a situação legal solucionada mais rapidamente.
 
— A mudança na Constituição acabou atendendo a uma necessidade social. Essa tentativa do Estado de manter pessoas dentro do casamento, impondo prazos, identificação de culpados, com duas ações, a de separação e a conversão em divórcio, não atendia mais à realidade do mundo de hoje. Deixava também as pessoas em uma situação de extrema vulnerabilidade. Quem era separado não tinha as questões patrimoniais e alimentares definidas. Então, a PEC veio em muito boa hora — analisou a vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito da Família (IBDFAM), a advogada Maria Berenice Dias, em entrevista à Agência Senado.
 
A facilitação do processo, num primeiro momento, fez os números de divórcios crescerem no país. Em 2010, ano da promulgação da EC 66, foram 28.646 divórcios, somados os diretos e as conversões de separação em divórcio. No ano seguinte, saltaram para 39.793, chegando a 44.840 em 2012. Em 2013, houve um pico, foram lavrados 60.416 divórcios em todos os cartórios do Brasil. Já em 2014, o número decresceu para 57.933. Este ano, até o mês de julho, foram 25.892 divórcios em cartórios. Os dados são do Colégio Notarial do Brasil.
 
O crescimento inicial, seguido por uma tendência de queda, evidencia uma “demanda contida”, destacou Maria Berenice.
 
— Num primeiro momento, houve uma demanda maior porque muitas pessoas tinham dificuldade de entrar na Justiça para discutir questão de culpa e esse tipo de enfrentamento. Com a possibilidade de o divórcio ser feito extrajudicialmente, diretamente no tabelionato, isso agilizou o divórcio e esvaziou de maneira significativa as próprias demandas da Justiça — analisou.
 
Separação

O divórcio foi instituído no Brasil em 1977, após campanha liderada pelo então senador Nelson Carneiro. Antes disso, as pessoas conseguiam apenas se “desquitar”, encerravam as obrigações matrimoniais sem, no entanto, obter liberdade para casar-se mais uma vez. O texto da década de 1970 permitiu o divórcio, mas incluiu o tempo de espera entre a separação judicial e a conversão definitiva, para o casal “pensar melhor”. Também havia a declaração de culpa de um dos cônjuges pelo fim do matrimônio. A nova redação da Constituição em 2010 determinou o divórcio direto, sem a necessidade de separação.
 
O fim desse instituto causou comoção na época da promulgação da PEC, lembrou Maria Berenice Dias. O novo Código de Processo Civil, que entrou em vigor este ano, ainda faz sete referências à separação, segundo a advogada. A doutrina jurídica, no entanto, já demonstrou que não há mais como ressuscitar o processo.
 
— As normas [no Novo CPC] simplesmente caíram no vazio — avaliou.
Os grupos contrários à alteração na Carta Magna que permitiu o encerramento do matrimônio de forma direta, à época, também temiam que a mudança promovesse uma “banalização do divórcio”, algo que não ocorreu, frisou a advogada.
 
— Esse é um tipo de temor para gerar pânico nas pessoas. Ninguém vai se divorciar só porque agora fica mais fácil. O amor não acaba porque é fácil se divorciar, ao contrário. Agora as pessoas se mantêm na relação, investem mais no relacionamento porque sabem que há a possibilidade de se desfazer o casamento pelo desejo de um só. Basta a vontade de um só para se decretar o divórcio. Tanto que está aumentando também o numero de casamentos. Há uma conscientização, um investimento maior em termos de relacionamentos afetivos — opinou.
 
PEC
 
A Proposta de Emenda à Constituição que deu origem à mudança em 2010 foi apresenta à Câmara por demanda do IBDFAM e encampada por dois deputados: Antônio Carlos Biscaia e Sergio Barradas Carneiro. No Senado, tramitou como PEC 28/2009.
 
Os parlamentares argumentaram que a desburocratização do divórcio era um anseio da sociedade brasileira. Antes da mudança, muitas pessoas separadas judicialmente iniciavam união estável com outras, por ainda não poderem se divorciar, embaraçando ainda mais as relações familiares e sucessórias.
 
Outro ponto considerado para a supressão do intervalo entre a separação e o divórcio é que, no Brasil, o número de reconciliações de casais separados de fato ou judicialmente é pequeno e a maioria dos processos de separação judicial começa ou termina de forma consensual. Ainda segundo dados do Conselho Notarial, em 2010, houve 360 reconciliações. Em 2013, 570 e, em 2014, 519. Até julho de 2015, elas somaram 250.
 
O advogado Rodrigo da Cunha Pereira, presidente do IBDFAM, afirma que a Emenda Constitucional 66 significa mais responsabilidade para as pessoas envolvidas num relacionamento amoroso, com a diminuição da interferência do Estado na vida e na autonomia privadas. Além disso, segundo ele, a Emenda é o “coroamento” da luta histórica pelo divórcio no Brasil.
 
— Foram quase dois séculos de luta. O divórcio era dificultado devido aos resquícios da interferência religiosa no Estado. O movimento contrário apregoava o fim da família. O que não aconteceu, nem vai acontecer. A família mudou, sim, mas não está em desordem; muito menos o divórcio é culpado ou responsável por essas transformações — afirmou em publicação no site da entidade.
 
Regras
 
Os cartórios de notas passaram a lavrar escrituras de divórcio em 2007, com a aprovação da Lei 11.441/2007. Essa norma desburocratizou o procedimento e permitiu a realização de divórcios consensuais em cartório, mas eles foram impulsionados com a promulgação da EC 66, que extinguiu os prazos de espera necessários para a realização do procedimento.
 
— Os processos, que poderiam levar meses no Judiciário, hoje podem ser resolvidos até no mesmo dia em um cartório, dependendo da complexidade do caso e da documentação envolvida — explicou Carlos Brasil, presidente do Colégio Notarial do Brasil – São Paulo, entidade que congrega o tabelionato de São Paulo e administra os dados cartoriais de todo o país.
 
Podem se divorciar em cartório os casais sem filhos menores ou incapazes e aqueles que têm filhos menores com questões como pensão, guarda e visitas já resolvidas na esfera judicial. Também é necessário que não haja litígio entre o casal. Na escritura pública lavrada pelo notário, o casal deverá estipular as questões relativas à partilha dos bens, ao pagamento ou à dispensa de pensão alimentícia e à definição quanto ao uso do nome, se um dos cônjuges tiver adotado o sobrenome do outro.
 
— Os divórcios em cartório são feitos de forma rápida, simples e segura pelo tabelião de notas. Mesmo os casais que já tenham processo judicial em andamento podem desistir dessa via e optar por praticar o ato por meio de escritura pública em cartório, quando preenchidos os requisitos da lei — lembrou Carlos Brasil.
 
O CNB-SP listou 10 motivos para a realização do divórcio via extrajudicial, em cartório, (quando possível) em vez da opção pela via judicial:
- Celeridade: o procedimento é mais rápido, mais prático e menos burocrático do que o judicial
- Economia: o divórcio extrajudicial tem custo baixo e preço tabelado por lei estadual
- Consensualidade: o casal deve estar de comum acordo quanto ao divórcio e não pode ter filhos menores ou incapazes, salvo se já tiver resolvido previamente em juízo as questões a eles relativas
- Efetividade: a escritura de divórcio dispensa homologação judicial e constitui título hábil para transferir bens móveis, imóveis, bem como para alterar o estado civil no cartório competente
- Flexibilidade: é possível estabelecer o pagamento de pensão alimentícia, definir a retomada do uso do nome de solteiro e fazer a partilha dos bens através da escritura pública
- Conforto: a escritura pública pode ser assinada em cartório ou em outro local escolhido pelas partes, gerando maior comodidade e privacidade ao momento
- Imparcialidade: o tabelião de notas atua como conselheiro imparcial das partes, mas a lei exige também a participação de advogado no procedimento extrajudicial
- Comodidade: a escritura de divórcio dispensa a necessidade de homologação prévia do recolhimento de impostos pela Fazenda Estadual
- Liberdade: é livre a escolha do tabelião de notas qualquer que seja o domicílio do casal ou o local de situação dos bens a eles pertencentes
- Sustentabilidade: o divórcio extrajudicial gera economia de tempo, de energia e de papel, contribuindo para a diminuição do número de processos no Judiciário
 
Fonte: Página oficial do CNB-SP
 

Receita Federal simplifica abertura e baixa de CNPJ por meio de cartórios Publicado em 23/07/2015


Convênio assinado entre Receita Federal e Instituto de Registro de Títulos e Documentos e de Pessoas Jurídicas do Brasil (IRTDP) vai simplificar as solicitações de Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) a partir de agora. O objetivo é realizar a integração cadastral e desburocratizar o processo, facilitando a vida das empresas.
 
De acordo com Mauro Luiz de Oliveira, delegado da Receita Federal em Uberaba, com o acordo, os pedidos poderão ser analisados e deferidos diretamente pelos Cartórios de Registro de Pessoas Jurídicas, seguindo o modelo de atos sujeitos a registro em Juntas Comerciais. Ele explica que a medida permite ao usuário solicitar, alterar e baixar o documento concomitantemente com o registro do ato em cartório, sem que o contribuinte precise comparecer ao atendimento da Receita.
 
Para isso, o delegado explica que melhorias foram implantadas no CNPJ. A principal delas é a possibilidade de que os Cartórios de Registro de Pessoas Jurídicas sejam integrados ao processo de análise e deferimento de atos cadastrais do CNPJ, por meio da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e Legalização de Empresários e Pessoas Jurídicas, a Redesim. Para viabilizar essa integração, Mauro Luiz de Oliveira destaca que cada Cartório de Registro poderá aderir ao convênio já firmado entre a Receita Federal e o Instituto de Registro, mediante assinatura de Termo de Adesão.
 
O delegado esclarece que a Receita Federal, por meio da Redesim, já está preparada para direcionar o deferimento da solicitação CNPJ para Cartórios de Registro de Pessoas Jurídicas de qualquer parte do Brasil, sempre que um novo cartório aderir ao processo integrado de registro, alteração e baixa do CNPJ. Ainda segundo Oliveira, a expectativa é que, a partir de agosto, diversos cartórios em vários Estados já estejam prontos para se conectar por meio da Redesim e a prestar esse serviço às pessoas jurídicas.
 
 
Fonte: Jornal Uberaba

domingo, 19 de julho de 2015

COLLOR AMEAÇA “SE EU FOR PRESO VAI FALTAR CELA, VAI MUITA GENTE COMIGO, ISSO EU GARANTO”


Nova fase da Lava Jato, o Doleiro que está preso, acusado de lavagem de dinheiro. Auxiliar de Youssef disse, em delação premiada, disse que entregou dinheiro para Collor.
“Se eu for preso vai faltar cela, vai muita gente presa comigo nesse país” ameaçou Collor após seus bens serem presos na nova fase da operação lava-jato. A Polícia Federal está investigando se o doleiro Alberto Youssef mandou entregar dinheiro para o senador Fernando Collor, do PTB de Alagoas. O doleiro está preso, acusado de fazer a lavagem do dinheiro da corrupção na Petrobras. Além do apartamento do Senado e da Casa da Dinda, a Polícia Federal fez buscas em dois endereços do senador Fernando Collor, do PTB: um em Maceió e outro em São Paulo.
Rafael Ângulo Lopez, auxiliar do doleiro Alberto Youssef, disse em delação premiada que entregou dinheiro para Collor nesses dois lugares.
Na investigação contra o senador, aparecem ainda outras nove pessoas e empresas. Entre elas, Pedro Paulo Leoni Ramos, ex-ministro do governo Collor. A casa dele também foi apontada, por Rafael Ângulo, como local de entrega de valores. E Carlos Alberto de Oliveira Santiago, ex-sócio da empresa Aster Petróleo, em São Paulo, onde a polícia encontrou mais de R$ 3,5 milhões. Segundo os investigadores, Carlos Santiago seria o elo entre Collor e possíveis fraudes na BR Distribuidora. As buscas feitas nas casas de dois ex-diretores da BR Distribuidora têm a ver com essas suspeitas de corrupção.
A Polícia Federal tinha ordem de apreender nos endereços de Collor bens de luxo que pudessem ter sido comprados com dinheiro de supostos crimes pelos quais ele está sendo investigado no Supremo Tribunal Federal, como corrupção, fraude à licitação e lavagem de dinheiro. Um desses bens é um Lamborghini, carro que vale R$ 2,5 milhões. Ele está registrado em nome da empresa Água Branca Participações, com sede em São Paulo, da qual Collor é sócio com a esposa. Os investigadores suspeitam que seja uma empresa de fachada que pode ter sido usada para lavar dinheiro.
O carro tem uma dívida de IPVA de R$ 250 mil. Outro carro apreendido, uma Ferrari, também tem dívida de IPVA, de quase R$ 86 mil. O advogado de Collor, Rogério Marcolini, disse que o Lamborghini, a Ferrari e também o Porsche apreendidos na terça-feira (14) não estão na declaração do senador à Justiça Eleitoral porque ou estão em nome da empresa ou estão financiados, em sistema de leasing, e ficarão no nome da financiadora até que sejam quitados. A Operação Politeia também fez buscas na casa do senador Ciro Nogueira (PP-PI). A Polícia Federal quer saber qual a ligação do parlamentar com a construtora UTC, de Ricardo Pessoa. A defesa do senador Fernando Collor não quis comentar a suspeita de que houve pagamento de propina em endereços dele porque ainda não obteve acesso aos autos que motivaram as buscas. Segundo o senador, os eventuais débitos de IPVA estão sendo pagos. A defesa de Rafael Ângulo Lopes também não quis comentar a reportagem.

Pedro Paulo Leoni Ramos afirmou ter total disposição em prestar esclarecimentos às autoridades. O senador Ciro Nogueira disse que os últimos atos da Justiça fazem parte do processo de investigação e afirmou confiar na apuração. Carlos Alberto de Oliveira Santiago não foi encontrado e a assessoria da empresa Aster Petróleo não respondeu à reportagem. A assessoria do STF informou que o tribunal vai dar acesso aos autos a uma série de investigados, entre eles o senador Fernando Collor de Mello.

NOVIDADE NO AR. - "NOVO WI-FI" PERMITE CONEXÃO MESMO SEM ACESSO À INTERNET


Cientistas descobriram que a atualização funciona de maneira parecida com o Bluetooth, só que de maneira otimizada

Uma nova atualização do sistema Wi-Fi permite a troca  de informações mesmo sem acesso à internet. A Wi-Fi Alliance é uma ONG formada por potências da tecnologia como Apple, Microsoft e Intel A tecnologia Aware permite que dispositivos como smartphones e tablets troquem informações sem conexão, desde que estejam próximos geograficamente. Durante três meses de pesquisa, os cientistas descobriram que a atualização funciona de maneira parecida com o Bluetooth, só que de maneira otimizada.

Uma das vantagens será a possibilidade de estar conectado aos conteúdos mais relevantes nas proximidades do dispositivo, tais como localização, compartilhamento de arquivos e disputa de jogos multiplayer. Outro diferencial será a personalização dos serviços oferecidos, criados a partir do histórico de acessos do usuário. Uma loja física pode ser indicada caso haja uma interação com a página da marca no Facebook, por exemplo. Considerada como um aprimoramento do Wi-Fi tradicional, o Aware terá alcance maior e suportará vários dispositivos simultaneamente. A expectativa é que as redes sociais, como Facebook e LinkedIn, sejam as pioneiras no lançamento da tecnologia. As informações são da Exame.com

ENQUANTO BRASIL VIVE CRISE STF GASTA MAIS DE 60 MIL EM CHAVES E CORTINAS


Apesar de estação ser de seca na região Centro-Oeste, o tempo anda nebuloso em Brasília. O Supremo Tribunal Federal (STF), no entanto, não deverá ver o clima estranho da vista privilegiada que possui na Esplanada dos Ministérios. O Tribunal empenhou R$ 51,2 mil para serviços de manutenção e adaptação de cortinas motorizadas do tipo “rolô”. 

O Tribunal também empenhou R$ 10,9 mil para “chaves”. A Corte irá pagar por serviços de confecção e modelagem de chaves em geral, além de troca de segredos, reparos em fechaduras, abertura de portas e cofres. Os serviços, de acordo com a nota de empenho, são necessários para manutenção e segurança de bens imóveis e móveis de propriedades do STF. 

Roupas no Senado. - O Senado Federal, por sua vez, vai gastar R$ 7,2 mil em roupas. A Casa vai adquirir 340 unidades de “camisa uniforme”, 170 camisetas e 85 bonés. Os valores das compras individualmente são, respectivamente, R$ 5,3 mil, R$ 1,4 mil e R$ 534,65

MESMO COM CRISE FINANCEIRA, GOVERNO BRASILEIRO, VIA BNDES, EMPRESTA U$1,5 BILHÃO PARA ARGENTINA


O Brasil está enfrentando uma de suas maiores crises financeiras da história, o governo pretende aumentar os tributos este ano em R$ 47 bilhões, e até o fim do governo Dilma, mais 100 bilhões devem ser agregados aos tributos do trabalhador brasileiro, mesmo assim, aparentemente sem dinheiro, precisando sangrar ainda mais o bolso do povo, que já paga os maiores impostos do mundo, o governo brasileiro, através do BNDES, continua mandando o suado dinheiro do brasileiro para outros países. Desta vez o beneficiado é a Argentina. Serão 1,5 bilhões enviados ao país vizinho por empréstimo para que sejam investidos em obras de infraestrutura por lá.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Aécio diz que governo Dilma pode terminar “mais breve do que muitos imaginam”



Reconduzido à presidência do PSDB durante convenção, senador mineiro afirma que grupo político da presidente caminha “a passos largos para interrupção desse mandato”

O senador Aécio Neves: elevando tom das críticas ao governo da candidata que o derrotou

Após ter sido reconduzido à presidência do PSDB, Aécio Neves discursou sobre a responsabilidade do partido para o futuro político do país e, em diversos momentos, pediu o fim do mandato da presidente Dilma Rousseff. O senador mineiro afirmou não saber quando terminará a gestão da petista, mas que isso pode ocorrer em curto prazo.
“Uma das heranças que a presidente Dilma deixará para cada um já conhecemos: meia década perdida. Ao final de seu governo, que não sei quando ocorrerá, talvez mais breve do que alguns imaginem, os brasileiros terão ficado mais pobres”, disse.

15 perguntas constrangedoras que você jamais deveria fazer


Quem nunca fez uma pergunta indiscreta que atire a primeira pedra. A curiosidade é uma das principais características humanas, e, por mais que estejamos atentos, às vezes podemos constranger ou magoar alguém com um questionamento na hora errada.
“Algumas pessoas se dão uma liberdade que ninguém deu para elas”, alerta Célia Leão, consultora de etiqueta e marketing pessoal, antes de concluir: "as curiosidades a gente mata com aquelas pessoas com quem, de fato, partilhamos intimidade”.
Para não errar mais, veja a seguir 15 perguntas que podem ser constrangedoras e entenda porque se deve evitar.
Quanto você ganha?. Foto: Thinkstock/Getty Images
Quantos anos você tem? . Foto: Thinkstock Photos
Você é gay? . Foto: Thinkstock/Getty Images
Você está grávida? . Foto: Thinkstock Photos
Você fez plástica?. Foto: Thinkstock Photos
Por que vocês terminaram o namoro? . Foto: Thinkstock Photos
É de nascença? (para alguém que tenha alguma deficiência física). Foto: Getty Images
O que ele tem? (para alguém que tenha um familiar portador de necessidades especiais). Foto: Getty Images/Photodisc
Que legal, você tem gêmeos… Foi natural? . Foto: Getty Images
Você fez tratamento? (para uma grávida mais velha) . Foto: Thinkstock/Getty Images
É sua neta? . Foto: Thinkstock/Getty Images
É sua filha/o? (para um casal com grande diferença de idade). Foto: ldesignstudio/Pixabay/CC0 Public Domain
Que perfume você está usando?. Foto: Thinkstock/Getty Images
Mas como você é solteira?. Foto: Getty Images
Que cara horrível! Aconteceu alguma coisa? . Foto: Getty Images
Quanto você ganha?. Foto: Thinkstock/Getty Images
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1- Quanto você ganha? 
Dinheiro é sempre um assunto delicado, portanto perguntas diretas devem ser evitadas. “O que cada um faz com o próprio dinheiro é problema da pessoa”, diz Célia Leão. A mesma dica vale para perguntas do tipo: “quanto custou?”
2- Quantos anos você tem? 
Esta pergunta pode ou não ser considerada indiscreta, dependendo da idade do interlocutor. Para não cair no erro, deixe que a própria pessoa diga a idade caso queira, sem forçá-la. “Esta é uma informação que nem todos gostam de compartilhar. Até mesmo alguns famosos fazem questão de mentir a idade, por exemplo”, explica a especialista.
3- Você é gay? 
Perguntar a orientação sexual de uma pessoa é tão discreto quanto uma bomba explodindo numa loja de porcelanas. “Esse tipo de pergunta é o cúmulo da ‘xeretisse’", brinca Célia, antes de indagar: “que diferença faz saber a orientação de alguém?”.
4- Você está grávida? 
Nunca se esqueça de que há sempre a possibilidade de a pessoa estar apenas acima do peso ideal.
5- Você fez plástica? 
Muitas vezes a pessoa que passa por um procedimento cirúrgico para melhorar a aparência o faz justamente por não se sentir confortável com determinada parte do corpo. “Ao fazer uma pergunta dessas você expõe a pessoa, deixando-a insegura”, diz a consultora de etiqueta.
Contenha a curiosidade. Ela pode te deixar em situações embaraçosas
Thinkstock/Getty Images
Contenha a curiosidade. Ela pode te deixar em situações embaraçosas
6- Por que vocês terminaram o namoro? 
Por se tratar de uma experiência difícil, este é o típico caso no qual é melhor esperar que a pessoa se abra se se sentir à vontade. Melhor substituir a pergunta por algo do tipo: “como você está se sentindo?”.
7- É de nascença? (para alguém que tenha alguma deficiência física)
"Muitas vezes a deficiência é fruto de alguma experiência traumática que a pessoa, provavelmente não gosta de lembrar a todo instante”, ressalta Célia.
8- O que ele tem? (para alguém que tenha um familiar portador de necessidades especiais)
Desconfortável, a pergunta pode gerar reações pouco amigáveis. “Os familiares podem sentir a necessidade de proteger a pessoa”, alerta a consultora.
9- Que legal, você tem gêmeos… Foi natural? 
A inseminação artificial não é uma condição para que nasçam filhos gêmeos e, mesmo se este for o caso, não deixa de ser um assunto íntimo. "Nem todos os casais que têm problema para engravidar gostam de tornar o fato público”, relata a especialista.
10- Você fez tratamento? (para uma grávida mais velha) 
Mesmo princípio da pergunta anterior. “Supondo que este seja o caso, não é algo que diz respeito a todo mundo”, aconselha Célia.
11- É seu neto? 
Quem se torna pai ou mãe com uma idade avançada é obrigado a conviver com perguntas como esta. Para dar um pouquinho de paz, melhor evitar a indagação.
12- É sua filha/o? (para um casal com grande diferença de idade)
Para quê forçar uma possível situação desconfortável? Na dúvida, melhor manter a boca fechada.
13- Que perfume você está usando? 
Caso o aroma agrade, tente substituir por algo menos direto, como “que perfume gostoso!”. Caso a pessoa não se importe, ela naturalmente revelará a marca. “Eu, por exemplo, não gosto que perguntem qual a minha fragrância; não quero que me copiem”, confessa a consultora de etiqueta.
14- Mas como você é solteira? 
Apesar de soar como um elogio à beleza, a pergunta pode ser digerida como pressão para que a pessoa mantenha um relacionamento estável.
15- Que cara horrível! Aconteceu alguma coisa? 
Ao percebermos alguém cabisbaixo, muitas vezes temos o instinto de pressioná-lo para saber o que aconteceu. “Pergunte quais as novidades, caso haja alguma coisa errada, é possível que a pessoa responda naturalmente”, sugere Célia.