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BLOGSITE DE LUIZ DE MAROCA UM ABNEGADO MORADOR DA VELHA XIQUE-XIQUE. NATURAL DE GAMELEIRA DO ASSURUÁ LUIZ RESIDE HA MUITOS ANOS EM XIQUE XIQUE BAHIA
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quarta-feira, 18 de junho de 2014
PLENÁRIO RETOMA JULGAMENTO DE AÇÕES SOBRE ALTERAÇÃO DO NÚMERO DE DEPUTADOS NESTA QUARTA-FEIRA (18)
CITANDO OFENSAS, JOAQUIM BARBOSA DEIXA RELATORIA DOS CASOS DO MENSALÃO
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CONCURSO PARA DELEGAÇÃO DE EXTRAJUDICIAIS ACONTECE DIA 29/06
Em
publicação no Diário da Justiça Eletrônico desta quarta-feira (18), o
presidente da Comissão de Concurso para outorga e delegação dos
cartórios Extrajudiciais, des. José Edivaldo Rocha Rotondano, torna
público a data do concurso a ser realizado no dia 29 de junho.
De acordo com o Edital nº 21, as provas para candidatos à outorga por
provimento acontecem a partir das 8 horas do dia 29/06 e a partir das 15
horas para os candidatos à outorga por remoção.
Todos os candidatos inscritos deverão, a partir desta sexta-feira (20),
entrar no site www.cespe.unb.br/concursos/tj_ba_13_notarios para
verificaro local da realização de suas respectivas provas, por meio de
consulta individual, informando os dados solicitados.
Clique AQUI e confira o Edital nº 21 |
terça-feira, 17 de junho de 2014
VALOR GASTO EM ESTÁDIOS ( R$ 8 bilhões), EQUIVALE A DOIS ANOS DE INVESTIMENTOS FEDERAIS EM SAÚDE
Os R$ 8 bilhões gastos com a construção dos estádios para a Copa do Mundo equivalem ao dobro do investido pelo governo federal em Saúde em 2013 e é maior que valor aplicado em Educação no ano passado. Em 2013, o Ministério da Saúde investiu R$ 3,9 bilhões. No Ministério da Educação, os valores aplicados no exercício passado foram de R$ 7,6 bilhões. Em defesa às críticas em relação a disparidade entre os gastos com os estádios da Copa e os investimentos nas áreas, a presidente Dilma Rousseff afirmou que os “investimentos” federais nas áreas foram de R$ 825 bilhões desde 2010, mais de cem vezes o gasto em estádios – R$ 8 bilhões.
O valor ressaltado pela presidente, no entanto, diz respeito a todos os dispêndios com Saúde e Educação, desde o pagamento de pessoal aos gastos com o custeio das Pastas, e não apenas as aplicações. Esses – que englobam apenas as aplicações em obras e compra de equipamentos, ou seja, contribuem diretamente para a formação ou aquisição de um bem de capital – foram bem mais baixos. De acordo com pesquisa realizada pelo Contas Abertas com dados do Ministério do Planejamento, de 2010 para cá, R$ 719,6 bilhões foram gastos nos ministérios da Saúde e Educação, considerados os valores correntes de cada ano. Os investimentos representam apenas R$ 47,5 bilhões deste montante.
Dilma também afirmou que R$ 106 bilhões serão “investidos” em Saúde em 2014, e R$ 83,3 bilhões em Educação. O orçamento atualizado para os Ministérios prevê dotações ainda maiores – R$ 106,7 bilhões e R$ 112,4 bilhões, respectivamente -, mas os recursos orçados para investimentos somam R$ 9,9 bilhões e R$ 14,1 bilhões. Em termos de comparação, com os R$ 8 bilhões gastos na construção dos estádio seria possível construir 4.000 Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h) de porte II, que cobrem locais que possuem entre 100 mil e 200 mil habitantes e recebem até 300 pacientes diariamente. Com o valor também seria possível erguer 2.263 escolas com capacidade de 432 alunos por turno, cada. Uma escola com 12 salas de aula e quadra coberta, financiada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), custa R$ 3,5 milhões.
Como o Contas Abertas divulgou ontem, o deputado Romário (PSB-RJ) afirmou ser lamentável a presidente da República dissimular números para confundir a população. “Ela não pode comparar investimentos em estádios com o orçamento global para saúde ou educação. Investimentos com estádios devem ser comparados com investimentos na construção de hospitais ou escolas”, afirmou o parlamentar. O deputado também destacou que alguns estádios, em sua maioria financiados com dinheiro do governo federal, serão pagos pelos estados e municípios – além do Distrito federal – , com recursos públicos . Dessa forma, segundo ele, não é correto, por exemplo, comparar o valor que a União gasta com saúde com os R$ 1,6 bilhão que o Distrito Federal gastou com construção do Mané Garrincha. “Dilma está tentando defender o indefensável e cada dia se enrola mais com suas próprias palavras”, defende Romário.
Baixio de Xique-Xique (BA): O PROJETO DE IRRIGAÇÃO
Informo aos seguidores e leitores deste Blog que a população da cidade de Xique-Xique (BA) não concorda com a denominação de "BAIXIO DE IRECÊ" dada ao Projeto de Irrigação que está sendo implantado no Município de Xique-Xique (BA), local onde estão situados o "BAIXIO" A SER IRRIGADO e a ÁGUA necessários à existência do referido Projeto de Irrigação.
Denominá-lo de "BAIXIO DE IRECÊ" é um grande equívoco e, acredito mesmo, que os habitantes da cidade de Irecê (BA) não devam sentir-se confortáveis com essa indevida denominação pois, sabem mais que ninguém, que naquele Município não existe "baixio irrigável" e nem água para irrigação além de ficar a uma distância de mais de 100 km da margem do Rio São Francisco, local da tomada d'água e do canal principal, ambos no Município de Xique-Xique (BA), (fotos).
Como acredito não serem eles os autores da equivocada denominação e sim que tenha partido de algum técnico que desconhece a realidade dos fatos, bem que os habitantes da cidade de Irecê poderiam ser parceiros dos Xiquexiquenses nesse pleito de mudança do nome do Projeto para "BAIXIO DE XIQUE-XIQUE", a não ser que queiram compactuar com essa usurpação
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| Canal principal do Baixio, no Município de Xique-Xique (BA). |
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| Canal Principal no Município de Xique-Xique (BA). |
Postado por Juarez Chaves às 01:00
“Desativação de comarcas é retrocesso”
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O
presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, des. Eserval Rocha
ingressou com Pedido de desativação de algumas comarcas da Bahia,
através do Processo Administrativo TJ-ADM-2014/06329. A Diretoria
Executiva do Sinpojud vem a público declarar que considera a desativação
de comarcas um retrocesso à justiça da Bahia.
Em 2011, a então presidente do TJBA, des.ª Telma Britto, desativou cerca
de 45 comarcas e o ato gerou prejuízo à toda à sociedade onde tiveram
comarcas desativadas, abarrotando as demais comarcas onde os processos
foram encaminhados na região.
Muitos servidores tiveram que se instalar nas comarcas circunvizinhas,
muitas vezes distantes de suas residências, além da população, que na
maioria das vezes carente, tinha que se deslocar com despesas de
transporte para terem acesso à justiça, ferindo assim um direito
previsto na Constituição Federal. “Todo cidadão deve ter acesso à
justiça”.
A Assessoria Jurídica do Sinpojud está tomando as medidas cabíveis e
declara que é totalmente contra esse ato do presidente do TJBA, pelos
motivos aqui já expostos.
Lista de comarcas que correm risco de desativação:
Abaré, Antas, Aurelino Leal, Baixa Grande, Belo Campo, Boa Nova,
Boquira, Capela do Alto Alegre, Cocos, Conceição de Feira, Ibicuí,
Ibirapitanga, Itapebi, Itapitanga, Jaguaripe, Jiquiriçá, Milagres, Nova
Canaã, Nova Fátima, Paratinga, Pau Brasil, Rio de Contas, Santa Luzia,
Tanque Novo e Wanderley.
A Diretoria Executiva do Sinpojud conclama os servidores dessas comarcas
citadas à cima para que busquem lideranças políticas, Câmara de
Vereadores e Prefeituras dessas cidades para unirem forças conta a
desativação dessas comarcas.
Fonte: Sinpojud
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domingo, 15 de junho de 2014
Lula teme pelas chances de Rui na Bahia, diz Veja
Lula não admite publicamente, mas teme pelas chances de Rui na Bahia
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teme pelas chances do
pré-candidato petista ao Governo da Bahia, Rui Costa. A informação foi
publicada na revista Veja desta semana. Segundo a publicação, ele está
pessimista quanto às chances nos maiores colégios eleitorais do país e
avalia que Alexandre Padilha, Lindbergh Farias e Fernando Pimentel
também não serão governadores.sexta-feira, 13 de junho de 2014
XIQUE-XIQUE EM NOTÍCIA
quinta-feira, 12 de junho de 2014
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Aconteceu em Xique-Xique (BA), no século XIX: GRANDE SECA
Dois
anos de seca avassaladora
– 1859 e 1860 –
Tendo em vista a grande seca que se abateu sobre todo o município de Xique-Xique durante o ano de 1860, a Câmara Municipal
enviou um longo Ofício, no dia 13 de outubro de 1860, ao presidente da província da
Bahia Dr. Antônio da Costa Pinto (26.04.1860-01.06.1861), no seguinte teor:
"Este
município, outrora tão fértil e abundante, tem-se tornado, em consequência de
dois anos de estúpida seca, o mais pavoroso teatro de desolação.
Os
habitantes do interior e de outros municípios abandonaram seus lares falidos e
procuraram a margem do rio. Poucos são os que têm conseguido algum socorro.
Extenuados
pela fome e cansaço sucumbem em tão horríveis padecimentos; outros sobrevivem,
mais tarde encontram a morte pela fome, porque, com exceção de água para beber,
nada mais encontram.
Os
proprietários nada lhes podem emprestar. Pois os gados vacuns, único recurso
que dispunham, hoje se acham deles privados, visto como têm perecido quase
tudo. E, algum que resta, para nada serve, pelo estado de magreza.
Diariamente
percorrem bandos destes infelizes, que nem ao menos acham onde se abrigarem,
mendigando, sem que, muitas vezes, nada
possam obter.
Em
princípios deste ano esta comunidade implorou sem resultado um socorro qualquer
em favor destes infelizes. Visto como para outras localidades em que o mal não
tem tomado tão grandes proporções fazendo tantas vítimas, o governo tem lançado
suas vistas.
Tendo
em vista o que acabamos de expor, pedimos a V. Exª. se digne dar alguma
providência que ao menos os sofrimentos destas vítimas da fome seja minorada,
pois que como todos os demais brasileiros têm direito ao socorro dos Poderes do
Estado."
Subscrevem o corajoso Ofício os seguintes vereadores: Joaquim
Estácio da Costa – presidente, Manoel Fulgêncio de Azevedo, Manoel Antônio
Mascarenhas, Luiz Calixto da Rocha e Jacó Pereira Bastos.
Fonte: "Senhor do Bonfim e Bom Jesus de Chique-Chique", de Cassimiro Neto
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Aconteceu em Xique-Xique (BA) no século XX: GRANDE CHEIA
A enchente do São Francisco em
1939
O ano de 1939 foi
bastante chuvoso, ou até chuvoso demais, tanto no estado de Minas Gerais,
principalmente na região da Serra da Canastra – nascente do Rio São Francisco –
quanto nas cabeceiras dos principais afluentes do mais brasileiro de todos os
grandes rios que irrigam o solo verde-e-amarelo, provocando uma de suas temidas
enchentes ocasionais, desabrigando os ribeirinhos e levando de roldão tudo que
tentasse lhe resistir seu ímpeto diluviano.
Xique-Xique,
tanto a sede municipal debruçada sobre margem da única ipueira existente no Rio
São Francisco, quanto dezenas de ilhas grandes, médias e pequenas e ilhotas,
sofreu o impacto e as perdas causadas pela força descontrolada da massa
aquática chegando cada vez mais volumosa e mais avassaladora.
O ano de 1939 foi
mais um daqueles muitos que assistiram o inverso das secas sertanejas destruída
pela ação e pela força bruta da natureza, chegando e tomando conta de tudo e de
todos, salvando somente o que e os que tiveram tempo de pegar a família, as
coisas possíveis e fugir para lugares seguros e ficar assistindo o espetáculo
indescritível descido das nuvens cheias do líquido mais precioso do planeta,
que, vindo descontrolada e inesperadamente faz vítimas e deixa marcas para a
posteridade.
Fonte: "Senhor do Bonfim e Bom Jesus de Chique-Chique", de Cassimiro Neto
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A PROFESSORINHA – POR ANTONIO PESSOA CARDOSO
Postado por: Antônio Pessoa Cardoso em 03/06/14 às 15:07
A educação infantil, o ensino fundamental até o ensino superior são os responsáveis pela formação do cidadão do amanhã e quem mais concorre mais para isso, induvidosamente, são as professorinhas, responsáveis pelos primeiros ensinamentos, abrindo as mentes infantis para descobertas de um novo mundo.
Quem não se lembra de sua primeira professora! Se guardamos reminiscência desse longo tempo que ficou para trás é porque influenciou muito nossas vidas.
O cidadão letrado passou pelos bancos escolares e aprendeu a ler e escrever, a respeitar o outro, através da professorinha, da pró. Com ela conviveu, em certos casos, mais intensamente do que com a própria família.
A professorinha, no interior, gozava de significativa autoridade sobre as famílias e sobre a sociedade local. Sua situação social era singular e repercutia até mesmo na vida sentimental. Casava cedo, e gozava de boa condição econômica no meio em que vivia. O quadro de professores do infantil e do fundamental era, em sua maioria, composto por mulheres. Pedagogia não era do interresse dos homens. A labuta, em sala de aula, o estudo para aperfeiçoamento profissional, a correçao de provas, a avaliação de trabalhos, o controle de frequência e o registro de notas, em casa, exigia muita dedicação e perserverança. Por tudo isso, ganhava a simpatia da comunidade.
O declínio da profissão deve-se fundamentalmente aos baixos salários, ao modelo de ensino massificado pelas salas de aula apinhadas de alunos, com os professores mal pagos, humilhados e desvalorizados.
Hoje a professorinha está sozinha, impotente e sem autoridade para garantir a disciplina, fundamentalmente, porque não encontra amparo nem mesmo junto à direção da escola onde ensina, vez que maior o proveito quando se dispensa atenção ao aluno, fonte de renda, de voto e de bons negócios. Entre o alunorude e rebelde e a professorinha humilde e competente maior prestígio para o capital, representado pelos altos valores que se paga nas escolas particulares.
As escolas tornaram-se máquinas de fazer dinheiro ou voto, desviando-se de outra vocação mais consistente e segura de engenho apto a fazer bons cidadãos e bons profissionais. O resultado da opção seguida é um a transformação para um mundo cheio de violência, de corrupção e de desrespeito.
Os valores do capitalismo engoliram as benesses das comunidades, influenciadas pela mídia que criou a aldeia global.
Grande parte dos segmentos da sociedade, na área privada ou pública, no campo político, jurídico ou empresarial, desconsidera o alto valor da missão das professorinhas.
Esse descompasso aparece com a falta de educação, de cultura e de futuro para os jovens. Já se disse que não há país civilizado sem boa educação e não há boa educação sem bom professor.
Além desses problemas externos, esses profissionais sofrem com o estresse do dia a dia da carreira, com obrigações dentro e fora da sala de aula. E quando, vencidas pelo desgaste da atividade, aposentam-se, na certeza de colher frutos para compensar o intenso e sacrificado trabalho desenvolvido durante anos; ledo engano, porque encontram os malefícios da redução do salário, queda-se no desespero de uma vida dificil, porque sem força para gritar pelos seus direitos, surripiado inclusive pela invenção dos governantes do fator previdenciário.
A politica de melhorar a educação perde-se nos discursos vazios e nas incoerências dos governantes; a valorização do magistério é inversa, porquesituada na condição de reunir governadores e buscar os tribunais para celebrar pacto de redução de salários ou conseguir decisões que implicam em derrubar o piso salarial.
Não foi assim sempre, pois, a começar pela remuneração, mostrava-se suficiente para oferecer uma vida digna e apta a manter a família.
Não se quer dizer que naqueles tempos, havia valorização da classe dos professores; não é isso. Todavia, os mestres de antanho, não encontravam, em salas de aula, xingamentos, rispidez, não ouviam comentários obscenos, não eram furados com lápis, lesionados com faca, nem mortos com revólver.
As punições arbitrárias, a exemplo da transferência das profesorinhas da sede do município para a zona rural ou o corte de vantagens acumuladas no curso do tempo e garantidas pelas leis, são providências arbitrárias que se prestam para usar a educação como trampolim para subir na vida política eleitoral.
Anos atrás, havia um programa na televisão, denominado “Sai de Baixo”, e o bordão usado por um personagem era: “Por favor, salvem a professorinha”. Esse grito merece ser retomado, não na expressão humorística de Caco Antibes, mas no anseio de uma sociedade que esquece seus mais completos valores, simbolizados nas professorinhas.
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